quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

a falta que constrói a saudade.
a saudade que me mostra o valor.
valor de tudo que eu tenho e que eu continuaria tendo se a falta não estivesse lá.
eu sinto a falta.
tchau londrina.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Olha.
O que eu tenho a dizer soa como se fosse realmente interessante.
Sejamos sinceros, amigos. Não é.

Subi no telhado de casa onde meus antepassados subiram em busca do tapete perdido (vó Maria).
O meu objetivo era apenas o de refletir sobre... sobre o nada que pairava naquele momento. Analisando as telhas e perdida em meus devaneios me deparo com uma caneta.

Caneta da empresa do Bic, cor marrom.

Achei tão ridículo aquele momento, um fato tão inerte, tão vegetal por ela continuar lá e eu nada ter feito para mudar a sorte daquela esferográfica que, noite passada, tomou a maior chuva torrencial de sua vida (vida?)

O lado bom de objetos é que eles plantam idéias.

Esse lápis de tinta me plantou a idéia de escrever a história da menina que se encontra com a caneta marrom todo fim de tarde pra bater uma escrita e registrar alguns momentos da vida que não é nem da caneta e nem da menina.

Mas essa idéia murchou em mim e virou adubo de terra morta.

Se isso bastasse eu estaria rica.

novo ano esse daqui né.:?