que é que eu faço?
já pensei em tanta coisa..mas não consigo ser independente, não consigo desenvolver, nem que seja uma melequinha de nada.
to pensando em ficar sozinha amanhã no intervalo, 15 min prá pensar direito, é..tenho que pensar.e olha que fazer pensamento útil é obra cara.
nunca mais falei com o indivíduo..aquela mesma história de que ele não vai com a minha cara ainda não se desfez. Não consigo mais chorar.
acabou o estoque de água reserva..isso que dá só beber coca-cola.
Ai meu Deus. É difícil seguir assim, sem sentir a presença de quem te quer bem, aquela pessoa que te conhece melhor que você mesmo, e o melhor de tudo: que gosta de cuidar de você.É um prazer zelar! Prezar um bem!
Sinto falto de compartilhar o que tenho de pior dentro de mim. De poder pronunciar as palavras proibidas pros meus seres e moveres e mostrares.
É isso que eu tinha que fazer!
Mas dependo.
Preciso virar mulher de uma vez. Já que tem que ser assim, então acaba com isso logo prá eu não me arrepender. Prá eu não me prender à coisas pequenas. Porque algo genuíno me espera, anceia por mim, eu sei disso.
Queria ter o hábito de consumir palavras esquisitas e graciosas só prá ter o gostinho de fazer fulano perder a razão. Mas, com toda essa minha pequenez fica um pouco difícil.
Ah! Um pouquinho de decoréba me satizfaz..
Hey! Alcancei inspiração!
Não posso parar agora, ou então meu fim vai se manifestar.
E aí me convenço a abandonar o ego e seguir os designos divinos, né? hahaha!
Pensamento besta que ganha continuidade a cada gota de tinta dispersa nesse papel chulo.
Hábitos, são apenas hábitos incertos que se apoderam de mim em pura subconciência finita dos meus neurônios falhos e pereçosos.
Falei sobrenaturalmente superficialmente.
mentira. A lista de palavras difíceis tá debaixo do meu caderno amarelo.
Vanglorio-me discaradamente da satisfação que tenho em colar do dicionário.
Meu vocabulário está completamente sitiado.
Pulei do momento fossa para o áuge da ironia verbal e substâncial que existe nessa língua fedida.
Acabei.
Não.
Acabar não.
Eu li em voz alta e gostei do jeito que as palavras brotaram da minha boca. só tem um porém:
As palavras não estão por completo satisfeitas.
falta sentido, status, consumo!
Beleza! vou ter que continuar com esse jeito mecânico de escrever até arranjar o porque utilizar palavras movimentadas.
Viu?! Fiz de novo.
Você deve ter lido essa parte:"..palavras movimentadas..", e não ter entendido patavinas do que eu escrevi ou, então, finjido ter entendido, afinal, 'ignorância' só faz parte do seu vocabulário se não for um adjetivo relacionado à sua pessoa.
Pois bem, aí você pensa: "Ah! mas com certeza deve fazer sentido prá ela, né?!".
Taí! Não faz. Escrevi porque minha mão, como excelente submissa que é, simplesmente obedeceu ordens expressas do meu cerebelo, que por sua vez, 'deu a louca' e resolveu tornar pública frases de completo vácuo (se é que me entende).
Expliquei.
Queria escrever mais. Porém, como eu disse, só acontece ao acaso. Vou tentar manter a conciência insana, talvez assim volte o meu ímpeto convertido em vocabulário sitiado.
valeu.